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25/10/2018 - 09:15h

Paulinho Sestrem Volta a Alertar Para os Valores Gastos Com o Transporte Escolar Terceirizado

Em pronunciamento durante a sessão ordinária desta terça-feira, 23, o vereador Paulinho Sestrem (PRP) voltou a falar dos custos que a terceirização de parte das linhas do transporte público escolar estaria acarretando aos cofres do município. Na semana passada, ele comparou os valores dispendidos pela Prefeitura com os ônibus terceirizados aos gastos com a frota própriade ônibus viabilizados pelo programa federal Caminhos da Escola, os amarelinhos.----   Desta vez, com base em documentos extraídos do Portal da Transparência e apresentados ao plenário, o parlamentar constatou que pode chegar a quase R$ 33 mil o valor mensal para manutenção de um veículo terceirizado, aí consideradas as despesas fixas (combustível, salários do motorista e do monitor escolar, depreciação do ônibus) e as variáveis (problemas elétricos, mecânicos, troca de pneus e outros). No exemplo do vereador, o valor somente das despesas fixas com uma linha específica, a do bairro Volta Grande, giraria em torno de R$ 29,5 mil. A estimativa dele é que os custos mensais com um amarelinho sejam de aproximadamente R$ 19 mil - já inclusa nesta conta a depreciação, ou seja, o amarelinho custaria em torno de R$ 10,5 mil a menos que o terceirizado.----   Sestrem também apresentou fotografias para comparar a infraestrutura dos amarelinhos a dos ônibus terceirizados. Ele destacou que determinados veículos terceirizados carecem de entrada com elevador e ar-condicionado. Desprovidos desses equipamentos - exigidos pela licitação de quase R$ 1 milhão - os ônibus terceirizados comprometem a acessibilidade de crianças com deficiência, que continuam a depender dos amarelinhos, e o conforto dos estudantes.----   “Com esses números, podemos trabalhar e discutir muito bem com o município. Estamos falando de uma responsabilidade muito grande, são valores altos cobrados por linha. Diante dessa situação, solicitamos que a gente possa fazer um levantamento conjunto à prefeitura para reavaliar esse tipo de situação para o próximo contrato, porque agora não existe a possibilidade de parar o serviço antes do final do ano letivo”, ressaltou o orador. “Esses valores mostram que a terceirização tem que ser muito bem analisada e feita com mais responsabilidade”.----*Assessoria

 

 

 

 
 
 
 
 
 

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